Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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março 29, 2019

Detalhes tão pequenos de nós dois

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Quem de nós não viveu um grande amor nos anos 70 ou 80 e não temia ver tudo acabar da noite pro dia?  Quem de nós não ouviu a voz dele ...
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março 23, 2019

Que fim levou a caneta do flautista?

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Conheci o músico e compositor Altamiro Carrilho (1924 - 2012) na manhã de uma sexta-feira, em 1998, no Recife. À noite, ele exibiria su...
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março 17, 2019

Minha contribuição à MPB

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Numa manhã chuvosa no Sertão da Paraíba,  no final de 1967, um homem de rosto familiar, usando camisa estampada de mangas compridas, calç...
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março 14, 2019

Afinal, por que ainda sorrimos?

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Anteontem, um velho amigo escreveu-me lembrando que vivemos um tempo em que as imagens tomaram conta das redes sociais. O texto escrito es...
26 comentários:
março 11, 2019

Jaguar, a lenda ainda ruge

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Jaguar (Sérgio de Magalhães Gomes Jaguaribe), um dos maiores cartunistas do jornalismo brasileiro, chorava muito numa sala de cinema, no B...
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março 07, 2019

Para o resto da vida

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 Tudo começou em maio de 1974, aos 16 anos de idade, como menor aprendiz para serviços gerais do Banco do Brasil em Maceió(AL). O que m...
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março 02, 2019

Lobão, Carnaval e Cinzas

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Apareceu lá em casa em outubro de 1995. Meus filhos haviam convencido o avô, Seu Terto, a "financiar" a compra de um filho...
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fevereiro 26, 2019

Achados e perdidos

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Quem nunca  passou pela angústia de ter um filho ou um irmão perdido na multidão,  no shopping, na feira livre ou na praia? Para Einstein,...
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fevereiro 21, 2019

Palavra de coronel

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Há 33 anos, o Brasil convivia com uma inflação descontrolada de 15% ao mês. Mergulhado na mais completa incerteza sobre como sair daquela...
19 comentários:
fevereiro 18, 2019

“Tá na mesa!”

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Assim gritava a plenos pulmões Dona Eudócia, minha mãe, por volta do meio-dia. Esse grito de guerra, vindo da cozinha da casa onde morávam...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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