Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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julho 31, 2019

Não deu, Elis

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Nunca fui de lamentar sonhos frustrados. Meu maior temor nunca foi de fracassos pontuais no dia a dia, mas de conquistas que não fizessem...
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julho 24, 2019

Crepúsculo de mitos

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Ele ajeitou o nó de minha gravata com aquelas mãos delicadas de quem nunca na vida pegou em cabo de foice para descascar coco verde ou tro...
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julho 17, 2019

Cabeça de mãe

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Faltava energia às 10 horas da noite de terça-feira, 26 de fevereiro de 1958, quando ele nasceu na maternidade do Hospital São Vicente de ...
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julho 11, 2019

Há sempre um nome de mulher

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Ele ainda tentou segurar na garganta o choro enquanto ouvia “Marina”, de Dorival Caymmi, interpretada por Nana Caymmi, que, a seu pedid...
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julho 07, 2019

Pode ser a gota d’água

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Ontem, o genial João Gilberto, músico e cantor cultuado no mundo inteiro como um dos pais da bossa nova, descansou do inferno em que esta...
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julho 03, 2019

Zelito

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Dar uma gargalhada, daquelas de duas ou três repetições, com dor na barriga e risco de incontinência urinária, a gente só consegue qua...
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julho 01, 2019

Sem confusão, qual é a graça?

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O tal do VAR (do inglês: Video Assistant Referee) anda deixando o futebol cada vez mais sem graça, insosso, morno. VAR, para quem ...
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junho 26, 2019

Só eu sei

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Era tarde demais quando percebi que condenava minha mulher e nossos filhos a sofrerem com os transtornos de sucessivas mudanças ao optar ...
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junho 19, 2019

Antes que as luzes apaguem

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Muita coisa no mundo é estranha demais para acreditar, mas nada é tão estranho que não possa ter acontecido. É ficção parte da história que...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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