Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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agosto 28, 2019

Chatice tem cura

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Ninguém discorda de que hoje em dia anda muito chato ver futebol, tanto nos estádios quanto pela TV, principalmente depois que apareceu ...
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agosto 21, 2019

Papo reto

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Era o próprio coronel Amaral, ex-secretário de Segurança Pública de Alagoas, que,  no final do século passado, já  se dizia adepto do discu...
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agosto 14, 2019

Fantasmas não existem

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Nomes agora não vem ao caso, mas tudo aconteceu ali na metade de 2002.  Minha secretária sentiu-se aliviada quando lhe pedi que p...
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agosto 10, 2019

O mito Miguel Arraes

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Sufocada por dívidas, a Usina Catende teve sua falência decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco em 1995, agravando ainda mais o q...
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Mitos também vacilam

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Em maio de 1997, naquele cipoal de problemas em que se debatia a agroindústria canavieira em Pernambuco, no final dos anos 90, foi feito u...
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Doidice de menino

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Toda vez que perguntei a uma criança o que ela gostaria de ser quando crescesse, quase sempre ouvi respostas parecidas: advogado, médica...
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agosto 07, 2019

Manias de uma paixão

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O grande Graciliano Ramos (1892 – 1953) pisou na bola em sua crônica  “Traços a esmo” , de 1921, publicada em “O Índio”, jornal do Agreste...
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julho 31, 2019

Não deu, Elis

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Nunca fui de lamentar sonhos frustrados. Meu maior temor nunca foi de fracassos pontuais no dia a dia, mas de conquistas que não fizessem...
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julho 24, 2019

Crepúsculo de mitos

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Ele ajeitou o nó de minha gravata com aquelas mãos delicadas de quem nunca na vida pegou em cabo de foice para descascar coco verde ou tro...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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