Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

▼
julho 29, 2020

Tom Zé e o jogo da mãe de Amaro

›
Chuviscava na tarde em que Tom Zé e seu amigo Catatau foram ao Maracanã assistir a Vasco e Bangu, na abertura do 2º turno do  Campeonato ...
42 comentários:
julho 22, 2020

O mutante

›
Ele mantinha uma conversa esfumaçada consigo mesmo toda sexta-feira à noite na esquina onde fica um boteco próximo de sua casa, na Gruta de...
65 comentários:
julho 15, 2020

Pecados veniais

›
Já pesquei, mas hoje não pesco mais e tenho meus motivos. Coisa de criança que, aos 10 anos de idade, do nada começou a ter pena dos ca...
50 comentários:
julho 08, 2020

Era o amor, Margot!

›
Juro pelo cachimbo da velha parteira que cortou o meu umbigo que este caso é real. Pode ter uma coisinha a mais aqui, outra ali, mas Salomã...
39 comentários:
julho 01, 2020

Coração de criança

›
Era filho de um fisioterapeuta da Associação Brasileira Beneficente de Reabilitação (ABBR), no Rio de Janeiro, instituição que  cuida de pa...
30 comentários:
junho 24, 2020

Bala de prata

›
Mal aprendem a falar, as crianças de hoje já sabem o que é  Aedes aegypti , o mosquito responsável pela transmissão de dengue, zika e chiku...
33 comentários:
junho 17, 2020

Sonho e ousadia

›
O menino passava horas observando a sombra de uma varinha enfiada no chão do quintal, a mudar de posição a cada instante, até o pôr-do-so...
33 comentários:
junho 10, 2020

Sim, hoje é sábado

›
Sim, hoje é sábado. Só por isso ainda sinto o cheiro de cera do chão das casas em que morei quando menino, a ver meu pai circulando  entre...
46 comentários:
‹
›
Página inicial
Ver versão para a web

Quem sou eu

Minha foto
Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
Ver meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.