Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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novembro 25, 2020

Donas do amanhã

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Gostei da notícia de que um pé de pequi, que dá frutos há mais de 10 anos, foi deixado no meio da rua recém-asfaltada pela prefeitura de Ara...
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novembro 18, 2020

Praga de guri

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O guri viu quando aquela mulher, fingindo alimentar as galinhas que ele criava no quintal com tanto carinho e milho, atraiu duas delas para ...
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novembro 11, 2020

Recortes peludos

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Tão esperada nas bancas quanto  a revista  Placar ,   Playboy  era “a mais manuseada das revistas brasileiras”, segundo o escritor Humberto ...
33 comentários:
novembro 04, 2020

E aí, Neguinho, sumido, hein?!

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Na coleção  O Mundo da Criança  que havia na estante de livros lá de casa, minha irmã e eu, aos dez e nove anos de idade, um dia descobrimos...
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outubro 28, 2020

Não ia dar certo, entende?

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Na  live  “Pelé, 80 anos” apresentada outro dia pelo  site   UOL Esporte  em homenagem ao aniversário do Rei do Futebol, o jornalista Cláudi...
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outubro 21, 2020

Almas virtuais

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Toda pessoa morre duas vezes. A primeira quando é sepultada (ou cremada) e a segunda quando seu nome é mencionado pela última vez. Poucas...
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outubro 14, 2020

Memórias de meu cárcere

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Como não beber dessa bebida amarga? Parece fácil acordar às quatro e meia da madrugada  e caminhar solitário no silêncio de meus barulhos, p...
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outubro 07, 2020

Entre compadres

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A  cumpadragem  é coisa muito séria por aqui, como diz o poeta Jessier Quirino. Muito mais que o jeito pelo qual uma pessoa se torna aparen...
38 comentários:
setembro 30, 2020

Confissões perigosas

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Apesar de Trump, os Estados Unidos continuam sendo o principal destino dos brasileiros que vão morar fora do país, por conta de oportunidad...
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setembro 23, 2020

Mestres por acaso

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Jurandir nunca foi de rascunhar. Apenas franzia a testa, limpava os óculos, punha o papel na máquina e preparava cartas, memorandos e fich...
37 comentários:
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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