Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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fevereiro 23, 2022

Eu sei e você sabe

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Ele fingia na maior cara lisa! No Carnaval de 1972, deu a entender que gostava da folia e não largou minha mão nos três bailes, chegando a a...
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fevereiro 16, 2022

Tiro no pé (descalço!)

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No final do ano passado, a deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ) apresentou projeto de lei que deverá ser apreciado pelo plenário da Câ...
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fevereiro 09, 2022

Golaço de ombro

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Mal começa o ano e Roberto Dinamite, com o rosto pálido, olhos sem brilho, anuncia o início de tratamento para tentar derrotar tumores no in...
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fevereiro 02, 2022

Bagunça das boas

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Semana passada toquei no assunto, mas sem maiores detalhes. Durante certo tempo, aos sábados, juntávamos dez irmãos na casa da matriarca par...
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janeiro 26, 2022

Tá perdoada, mãe!

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Eu já a perdoei por todas as mamadeiras de mingau de amido que me serviu depois da chegada de meus  irmãos mais novos, quando perdi  o direi...
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janeiro 19, 2022

Pisaram no Tomate

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Você que ainda perde tempo com o futebolzinho que andam jogando no Brasil já deve ter ouvido falar de Gentil Cardoso (1906 – 1970), um técni...
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janeiro 12, 2022

De queixo caído…

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Apesar do clima de casa-de-mãe-joana reinante entre nós, quem parece nunca perder dinheiro são os bancos. Lembram o joão-teimoso, aquele bon...
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janeiro 05, 2022

Por alguns punhados de dólares

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  Menino ainda, ele saía do cinema nas matinês de sábado com um toco de cigarro de mentira no canto da boca, as pernas arqueadas e as mãos p...
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dezembro 29, 2021

Tiro por mim… Muda tudo!

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Já se foi o tempo em que, de tardezinha, mesmo nos bairros mais nobres das grandes cidades, era costume as vizinhas se darem boa noite, leva...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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