Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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julho 27, 2022

A mais radical das virtudes

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Filho de uma família humilde de operários, ele nasce com paralisia cerebral. Apesar de tetraplégico, aos cinco anos descobre que tem control...
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julho 20, 2022

Tem mau cheiro no ar

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Antes que a tormenta eleitoral que vem por aí ofusque nossas preocupações particulares e coletivas, é preciso refletir sobre algumas feridas...
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julho 13, 2022

Botinas, afagos e batinas

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Andei lendo sobre o Brasil de dois séculos atrás, nos primeiros anos de independência, quando a Igreja abriu centenas de processos com pesad...
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julho 06, 2022

Língua solta

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As saias de vinco batiam no meio das canelas das meninas e já foram de várias cores: azul, bege, marrom, vinho. Os internatos femininos dos ...
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junho 29, 2022

Pulga Prenha

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Descobri que o nome “Jason” tem origem grega (vem de Iáson ou Eáson). Significa “aquele que cura”, “Deus é o auxílio”. Refere-se também a um...
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junho 22, 2022

O curioso caso de Quirino

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Você já ouviu daquelas histórias que todo mundo diz que aconteceram com um amigo? A que conto aqui envolve Quirino  — goleiro, dos bons, do ...
23 comentários:
junho 15, 2022

Quem souber, me conte, por favor!

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Faço parte de alguns grupos de WhatsApp de ex-colegas de trabalho. Vira e mexe, dou de cara com um  post  anunciando o silêncio definitivo ...
36 comentários:
junho 08, 2022

Açoite

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O trem chegou às oito e meia da noite na estação de União dos Palmares, Zona da Mata alagoana, num dia útil qualquer do final dos anos 60: —...
28 comentários:
junho 01, 2022

Sem nó na garganta

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Para gravar a antológica cena de “Os Caçadores da Arca Perdida” em que Indiana Jones (Harrison Ford) se vê às voltas com centenas de cobras,...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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