Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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agosto 31, 2022

O tempo só anda de ida

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Eu sabia fazer botão de futebol de mesa de um jeito perigoso. Numa “panelinha” medidora de leite em pó, untada com sabão, misturava pedaços ...
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agosto 24, 2022

Mãos, pra que te querem?

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Vídeos que circularam nas redes sociais em campanhas eleitorais passadas são como zumbis: levantam-se de suas catacumbas e, sem bater a poei...
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agosto 17, 2022

E se a cor do gato fosse outra?

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Desde quando me entendo por gente (ainda não estou muito certo disso!), uma das discussões mais improdutivas que vejo diz respeito ao papel ...
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agosto 10, 2022

Quase deu certo

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Quase tudo já foi dito sobre os 80 anos de Caetano Veloso, celebrados em grande estilo na noite do último domingo, ao lado dos filhos Moreno...
44 comentários:
agosto 03, 2022

Nem se fosse possível!

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No auge do bate-boca sobre se havia entre nós uma gripezinha à-toa ou uma virose de proporções funestas, Pedrinho viu o seu querido sogro se...
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julho 27, 2022

A mais radical das virtudes

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Filho de uma família humilde de operários, ele nasce com paralisia cerebral. Apesar de tetraplégico, aos cinco anos descobre que tem control...
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julho 20, 2022

Tem mau cheiro no ar

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Antes que a tormenta eleitoral que vem por aí ofusque nossas preocupações particulares e coletivas, é preciso refletir sobre algumas feridas...
37 comentários:
julho 13, 2022

Botinas, afagos e batinas

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Andei lendo sobre o Brasil de dois séculos atrás, nos primeiros anos de independência, quando a Igreja abriu centenas de processos com pesad...
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julho 06, 2022

Língua solta

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As saias de vinco batiam no meio das canelas das meninas e já foram de várias cores: azul, bege, marrom, vinho. Os internatos femininos dos ...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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