Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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julho 26, 2023

Não custa tentar

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Meu avô deve pensar que está em baixa na memória afetiva dos netos porque um deles passou o dedo em sua testa e brincou: “Vô, de Uber, dá 10...
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julho 19, 2023

Por isso tô aqui!

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Correu o mundo, semana passada, a notícia de que a madre superiora Teresa Agnes Gerlach, encarregada do Mosteiro Carmelita da Santíssima Tri...
41 comentários:
julho 12, 2023

Divinas tetas

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Numa época em que se recorria muito a falas estereotipadas,  o humorista Max Nunes afirmou que “o casamento é como a pessoa que quer tomar u...
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julho 05, 2023

Basta um copo d'água

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Tudo bem, era o delegado de uma cidadezinha do interior, mas, antes de tudo, meu velho amigo havia décadas. Porém foi inflexível naquela tar...
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junho 28, 2023

Casa de farinha

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Famintos e com sede, chegávamos à zona rural de Colinas, no oeste maranhense, logo depois do São João de 1967. Ali moravam meus avós paterno...
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junho 21, 2023

Fora de controle

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O dramaturgo e romancista Ariano Suassuna dizia ser contra as pessoas falarem mal das outras pela frente. “Eu acho uma falta de educação mui...
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junho 14, 2023

Vem aí um novo passaporte?

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Descobri que o passaporte se tornou obrigatório nas viagens internacionais apenas no começo do século passado, após a Primeira Guerra. O ter...
27 comentários:
junho 07, 2023

Não sou eu…

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Três anos depois de tantos abraços reprimidos, de tanta angústia e de cinco doses de vacina, uma variante sorrateira do inominável bateu à p...
33 comentários:
maio 31, 2023

Resta aprender

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Mal começa 2023 e um campeão olímpico posta em sua conta no  Instagram  uma foto com uma espingarda nas mãos. E não se trata de atleta de ti...
21 comentários:
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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