Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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fevereiro 28, 2024

Vai passar?

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Nomes não vêm ao caso, mas no  Carnaval deste ano os mandachuvas de uma grande rede brasileira de TV resolveram escalar influenciadores digi...
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fevereiro 21, 2024

Teria sido assim

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Gilton Della Cella, cantador e compositor dos melhores que conheço, dia desses compartilhou um  link  de vídeo comigo. Trazia depoimento de ...
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fevereiro 14, 2024

A falta que faz uma pomba

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Se você espera um texto sobre o luto de alguém, relacionado aos carnavais de outrora, sentindo a ausência de seu cobertor de orelhas "m...
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fevereiro 07, 2024

E o livre-arbítrio, como fica?

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Dia desses eu conversava com um amigo baiano, escriba dos bons, que anda meio azedo por conta da dificuldade de encontrar quem goste de ler ...
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janeiro 31, 2024

A flauta que fez

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Para celebrar o centenário de Altamiro Carrilho (1924 – 2012), o gênio da flauta transversal, a Casa do Choro, no Rio de Janeiro, está lança...
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janeiro 24, 2024

Coisa para poucos

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Ultimamente, minha maior aflição tem sido a hora de ir para a cama. Mas antes que alguém insinue que isso tem a ver com a proximidade de meu...
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janeiro 17, 2024

Sábios populares

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Deus é testemunha de que não sou de ostentar, não quero ser metido,  mas sou nordestino, filho de maranhense casado com paraibana (que um di...
46 comentários:
janeiro 10, 2024

Azar de quem não crê!

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Sim, existem histórias tão surreais que parece que são inventadas. Como a de Manezinho, um menino cabeçudo, dentuço, míope, cerca de 12 anos...
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janeiro 03, 2024

Aonde iremos?

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Diz o escritor Ruy Castro que frases feitas são aquelas que entram por um ouvido e saem pelo outro sem um estágio intermediário no cérebro. ...
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dezembro 27, 2023

Existirmos: a que será que se destina?

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Fruto da saudade que sente de um grande amigo, Caetano Veloso há quase meio século questiona o propósito da vida logo no primeiro verso de s...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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