Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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junho 26, 2024

Os sem-noção

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Três semanas atrás, publiquei aqui neste espaço uma crônica sobre a chatice que gerou uma boa discussão entre os leitores, os quais, assim ...
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junho 19, 2024

O dever de tentar

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Aos 85 anos, uma querida amiga minha decidiu renovar a CNH para adquirir um novo carro. Ela pretende retomar as rédeas de sua vida: ir à pra...
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junho 12, 2024

Golaços sociais

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Dias antes das chuvas que provocaram inundações em quase todos os municípios gaúchos, no maior desastre climático da história do Rio Grande ...
44 comentários:
junho 05, 2024

Que chato, não?!

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Ninguém nasce chato. Ser chato é um estado da alma, uma dimensão do espírito que se apura em fogo brando. Existem aqueles que, desde os prim...
60 comentários:
maio 29, 2024

Raízes e horizontes

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O romancista e poeta baiano Carlos Barbosa me contou que “O Meu Pé de Laranja Lima”, um clássico da literatura brasileira escrito por José M...
54 comentários:
maio 22, 2024

Pedacinho do céu

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Como é curiosa e tragicômica nossa pátria de contradições, onde o futuro é tão incerto quanto a próxima nota de um chorinho que se repete, a...
47 comentários:
maio 15, 2024

O bicho pegou

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O site americano  Vox  andou ensinando aos seus leitores como pronunciar uma nova palavra: "den-gay", diz o texto. Sim, finalmente...
24 comentários:
maio 08, 2024

Profetas de uma paixão

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O escritor Graciliano Ramos, lá pelos idos de 1920, torcia o nariz para o futuro de uma paixão pela bola rolando de pé em pé. Preferia espor...
38 comentários:
maio 01, 2024

Perfume raro

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Quem de nós, navegantes com mais de seis décadas de águas revoltas, não se lembra da melancólica canção-poema “Rosa de Hiroshima”? Com esta ...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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