Blog do Hayton

Ninguém sabe o valor de um momento até que se torne uma memória.

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maio 30, 2019

Agora sou do tamanho do que vejo

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De cócoras, fumando um cigarro de corda ao lado dos caçuás de inhame e mangas-espada que trouxe do Sítio Jacaré, na cangalha de sua b...
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maio 23, 2019

Estrelas nem sempre brilham

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Nem Sivuca, Dominguinhos e Gonzagão, com seus contatos celestiais, conseguiram evitar o aborto do que poderia ter sido mais uma estrela ...
32 comentários:
maio 16, 2019

Memória de minhas surras tristes

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Apanhar de cinturão tornou-se uma experiência inesquecível para mim. Não apenas pela dor física, mas porque nenhum de meus...
63 comentários:
maio 10, 2019

Vidas reinventadas

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O que nos diferencia de outras criaturas do reino animal é a capacidade de lidar de forma criativa com os problemas do dia a dia....
40 comentários:
maio 05, 2019

O dia em que o mundo acabou

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Tudo aquilo que o ser humano ignora não existe para ele. Por isso, o universo de cada um se resume ao tamanho de seu conhecimento, dizia ...
43 comentários:
maio 01, 2019

Millôr tinha razão

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O impagável Millôr Fernandes (1923 – 2012) dizia que “a única diferença entre a loucura e a saúde mental é que a primeira é mui...
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abril 26, 2019

Pode entrar que casa é sua!

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Terto negou até seus últimos dias que teria visto de perto o assassinato a tiros de um colega de trabalho em pleno expediente, sem esboça...
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Quem sou eu

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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nasceu em 1958. Migrou para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu seus estudos básicos. Casado, é pai de três filhos e avô de seis netos, vivendo hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, trabalhou por mais de 40 anos no Banco do Brasil, ocupando diversos cargos: de menor aprendiz a presidente da CASSI, operadora de planos de saúde dos funcionários (2010 a 2012); passando por diretor de Gestão de Pessoas (2001 a 2003); de Marketing e Comunicação (2012 a 2014); superintendente em Alagoas, Pernambuco, Bahia e Distrito Federal; entre outras. É autor de “Só eu sei (2019), “Vai que dá certo ano que vem" (2020), “O benefício da dúvida e outros casos” (2021), “Frestas" (2022), “Uma estrada e a lua branca” (2023) e "Até aqui deu certo" (2024).
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