Blog do Hayton

Ninguém sabe o valor de um momento até que se torne uma memória.

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junho 29, 2022

Pulga Prenha

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Descobri que o nome “Jason” tem origem grega (vem de Iáson ou Eáson). Significa “aquele que cura”, “Deus é o auxílio”. Refere-se também a um...
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junho 22, 2022

O curioso caso de Quirino

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Você já ouviu daquelas histórias que todo mundo diz que aconteceram com um amigo? A que conto aqui envolve Quirino  — goleiro, dos bons, do ...
23 comentários:
junho 15, 2022

Quem souber, me conte, por favor!

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Faço parte de alguns grupos de WhatsApp de ex-colegas de trabalho. Vira e mexe, dou de cara com um  post  anunciando o silêncio definitivo ...
36 comentários:
junho 08, 2022

Açoite

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O trem chegou às oito e meia da noite na estação de União dos Palmares, Zona da Mata alagoana, num dia útil qualquer do final dos anos 60: —...
28 comentários:
junho 01, 2022

Sem nó na garganta

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Para gravar a antológica cena de “Os Caçadores da Arca Perdida” em que Indiana Jones (Harrison Ford) se vê às voltas com centenas de cobras,...
50 comentários:
maio 25, 2022

Vó é vó, tchê!

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Ontem, bem cedinho, o sinal sonoro do celular de minha vizinha alertou-a da chegada de uma mensagem: “Oi… Ligou? É urgente?”. Estávamos no e...
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maio 18, 2022

O vaga-lume de Massarandupió

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Há dois anos compartilhei aqui uma troca de mensagens, sob o título “Urtigão é culpado” , com uma criatura sábia e mordaz que conheci em 199...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nasceu em 1958. Migrou para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu seus estudos básicos. Casado, é pai de três filhos e avô de seis netos, vivendo hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, trabalhou por mais de 40 anos no Banco do Brasil, ocupando diversos cargos: de menor aprendiz a presidente da CASSI, operadora de planos de saúde dos funcionários (2010 a 2012); passando por diretor de Gestão de Pessoas (2001 a 2003); de Marketing e Comunicação (2012 a 2014); superintendente em Alagoas, Pernambuco, Bahia e Distrito Federal; entre outras. É autor de “Só eu sei (2019), “Vai que dá certo ano que vem" (2020), “O benefício da dúvida e outros casos” (2021), “Frestas" (2022), “Uma estrada e a lua branca” (2023) e "Até aqui deu certo" (2024).
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