Blog do Hayton

"Quando não é aguda, é crônica" (Rubem Braga)

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abril 29, 2026

A próxima dança

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A PRÓXIMA DANÇA Hayton Rocha   O apelido é Dinho porque seu pai, lá no Ceará do começo dos anos sessenta, resolveu homenagear o elegante Orl...
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abril 22, 2026

A volta do Chupa-cabra

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A VOLTA DO CHUPA-CABRA  Hayton Rocha   Uma série de mortes de porcos tem intrigado moradores da zona rural de São Brás, no agreste alagoano,...
45 comentários:
abril 15, 2026

O banco de trás do fim do mundo

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O BANCO DE TRÁS DO FIM DO MUNDO Hayton Rocha   No começo do mês, alguém que se acha dono do mundo resolveu brincar de motorista do fim dos t...
59 comentários:
abril 08, 2026

Os que amanhecem por dentro

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OS QUE AMANHECEM POR DENTRO Hayton Rocha Quase todas as manhãs, enquanto caminho pelo calçadão da orla, passa por mim um senhorzinho que par...
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abril 01, 2026

O segundo naufrágio

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O SEGUNDO NAUFRÁGIO  Hayton Rocha O mar é um cartório sem balcão: registra tudo, tem seus segredos insondáveis, mas nem sempre fornece certi...
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março 25, 2026

O nome que cabe no grito

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O NOME QUE CABE NO GRITO Hayton Rocha   Botar apelido é mania tão brasileira, íntima e aparentemente inofensiva, mas não nasceu de brincadei...
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março 18, 2026

A moeda oficial do Brasil

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A MOEDA OFICIAL DO BRASIL Hayton Rocha   No Brasil, quando se fala em milhões, a explicação vem antes da dúvida. Quinta-feira passada a jorn...
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março 11, 2026

O bilhete errado

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O BILHETE ERRADO Hayton Rocha   Toda vez que escuto “Encontros e Despedidas”, de Fernando Brant e Milton Nascimento, penso que me casei com ...
71 comentários:
março 04, 2026

Caráter ao relento

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CARÁTER AO RELENTO  Hayton Rocha   Engana-se quem acha que conhecer alguém é questão de tempo. Tempo ajuda, mas raramente revela. A gente só...
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Hayton Rocha
Brasília e Maceió , Distrito Federal e Alagoas , Brazil
Paraibano de Itabaiana, nascido em 1958, mudou-se para Alagoas aos 10 anos, onde concluiu os estudos básicos. Casado, pai de três filhos e avô de seis netos, divide-se hoje entre Brasília (DF) e Maceió (AL). Economista com pós-graduação em Marketing, construiu carreira de mais de 40 anos no Banco do Brasil, onde foi de menor aprendiz a presidente da CASSI (2010–2012), além de diretor de Gestão de Pessoas (2001–2003), de Marketing e Comunicação (2012–2014) e superintendente em diversos estados. É autor de Só eu sei (2019), Vai que dá certo ano que vem (2020), O benefício da dúvida e outros casos (2021), Frestas (2022), Uma estrada e a lua branca (2023), Até aqui deu certo (2024) e O silêncio das tartarugas (2025).
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